Corpo padrãozinho pra que se eu tenho a ceia de Natal na minha vida?
A tecnologia vem se tornando cada vez mais presente em nossas vidas - hoje em dia é quase impossível passar um dia sequer sem dar aquela conferida nas redes sociais ou sair totalmente ileso de alguma tendência. Mas até que ponto isso não é prejudicial à nossa vida?
Na era das digital influencers e blogueirinhas, fica difícil nos amar como somos, pois parece que sempre há algo que devemos melhorar: nossas roupas, nosso cabelo, nosso rosto, nosso peso. Nada nunca é suficiente, já que os padrões de beleza impostos pela sociedade são, em sua maioria, praticamente inalcançáveis.
As críticas e comentários maldosos que recebemos - ou tememos receber - assombram nossos dias e podem nos levar a tomar medidas drásticas para evitá-los. Mas nem Jesus agradou todo mundo e você tá aí se preocupando com a opinião de quem não tem o que fazer...
A máxima sobre beleza que fica é: quem somos nós pra classificar algo tão relativo? "A grama do vizinho sempre parece mais verde que a nossa". Pois bonito mesmo é não ter padrão e não ligar pras fotinhos de Instagram das blogueirinhas, que parecem viver uma vida perfeita e ter um corpo tão perfeito quanto. Afinal, na internet só temos acesso à imagem que a pessoa quer passar para o resto do mundo - e que nem sempre condiz com a realidade. Nem tudo é o que parece ser.
Pra começar a se livrar das amarras e deixar de ser gado capacho do capitalismo selvagem, faça como Antônio.
Na era das digital influencers e blogueirinhas, fica difícil nos amar como somos, pois parece que sempre há algo que devemos melhorar: nossas roupas, nosso cabelo, nosso rosto, nosso peso. Nada nunca é suficiente, já que os padrões de beleza impostos pela sociedade são, em sua maioria, praticamente inalcançáveis.
As críticas e comentários maldosos que recebemos - ou tememos receber - assombram nossos dias e podem nos levar a tomar medidas drásticas para evitá-los. Mas nem Jesus agradou todo mundo e você tá aí se preocupando com a opinião de quem não tem o que fazer...
A máxima sobre beleza que fica é: quem somos nós pra classificar algo tão relativo? "A grama do vizinho sempre parece mais verde que a nossa". Pois bonito mesmo é não ter padrão e não ligar pras fotinhos de Instagram das blogueirinhas, que parecem viver uma vida perfeita e ter um corpo tão perfeito quanto. Afinal, na internet só temos acesso à imagem que a pessoa quer passar para o resto do mundo - e que nem sempre condiz com a realidade. Nem tudo é o que parece ser.
Pra começar a se livrar das amarras e deixar de ser gado capacho do capitalismo selvagem, faça como Antônio.


Comentários
Postar um comentário